Setembro/Outubro

Não podemos nos omitir!

Queridos irmãos,
Graça e paz!

Após uma rápida passagem pelo Brasil, estamos de volta à cidade de Columbia. Felizmente, já reassumimos as nossas atividades aqui e estamos progredindo no desenvolvimento dos estudos e do trabalho com os refugiados sírios e iraquianos.

O período no Brasil foi intenso e muito produtivo. O objetivo da viagem foi participar de uma consulta sobre diásporas que aconteceu em Londrina-PR. Durante o evento, tive a alegria de compartilhar sobre o trabalho com os refugiados muçulmanos e de ser o tradutor de um colega de ministério, Nate Scholz, que serve conosco na Visão 5:9.

Continuamos trabalhando para servir os refugiados nas formas mais distintas (traduzindo, dirigindo, acompanhando em consultas médicas e assim por diante), mas a sensação é de que não estamos fazemos o suficiente, pois as necessidades são imensas.

O aprendizado do idioma ainda é a principal necessidade do nosso grupo aqui. Um fator complicador é que a maioria das mulheres não foi alfabetizada nem mesmo em árabe, sua língua materna. No que diz respeito às crianças, elas tampouco tiveram a oportunidade de estudarem ao longo de todo o período em que viveram em um campo de refugiados na Jordânia. Em resposta a esses obstáculos, estamos utilizando um método de aprendizado de línguas (GPA) que aprendemos ao longo do nosso treinamento linguístico. Com a graça de Deus, estamos vendo progresso no aprendizado deles.

Os desafios que cercam a vida dos refugiados representam para nós oportunidades para tocarmos suas vidas. Em nosso próximo encontro na igreja, uma família de refugiados do Congo estará se juntando ao grupo. Um aspecto positivo é que eles falam suaíle, língua que estudamos ao longo dos dois anos que passamos no Quênia. Gostaríamos de poder abraçar um número maior de refugiados. No entanto, estamos atuando no limite das nossas possibilidades. Por isso, ainda não foi possível atender duas famílias do Afeganistão que nos pediram ajuda no mês passado.

Entendemos que, além de realizar o trabalho com os irmãos da nossa pequena igreja local aqui, precisamos investir parte do nosso tempo mobilizando novos voluntários. O Senhor já abriu algumas portas para isso e surgiram três convites para darmos aulas aqui na universidade e divulgarmos informações sobre o ministério que estamos desenvolvendo. Assim, temos feito um esforço para mobilizar alunos e professores para o trabalho com os refugiados.

Ao compartilhar com uma das famílias sírias que no próximo ano concluiremos o nosso período de estudos e deixaremos o país, a esposa comentou: “Vocês não podem ir embora. Não temos família aqui, vocês são a nossa família”. A nossa oração é que, até lá, os refugiados estejam estabelecidos no país, tornem-se fluentes na comunicação, sejam alcançados com a graça do evangelho e participem do trabalho de apoio a outros refugiados. Será que podemos contar com as suas preciosas orações no alcance desses objetivos ousados?

Recentemente recebemos notícias dos irmãos que deixamos no Quênia. A igreja sudanesa se reúne hoje em um novo local e o trabalho continua crescendo. Lembram da irmã Azza? Compartilhamos sobre ela com alguns de vocês e pedimos para que orassem pelo desejo dela de crescer na fé e de alcançar o restante da sua família que é muçulmana. O Senhor tem nos respondido e as notícias dão conta de que ela está firme na fé, testemunhando e bastante participante na vida da igreja.

Queridos, o mundo carece da transformação que somente a obra da cruz tem para oferecer. Há pessoas que precisam de socorro e nós não podemos nos omitir. Que o Deus da paz opere em nós a Sua vontade para que Cristo receba a glória que lhe é devida, segundo a revelação das Escrituras:

“O Deus da paz, que pelo sangue da aliança eterna trouxe de volta dentre os mortos o nosso Senhor Jesus, o grande Pastor das ovelhas, os aperfeiçoe em todo o bem para fazerem a vontade dele, e opere em nós o que lhe é agradável, mediante Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo o sempre. Amém” (Hebreus 13:20-21).

Obrigado por sua preciosa parceria na seara!

Em Cristo,

Família Oliveira

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